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Cadela Vadia -

Caros leitores, para vocês terem uma idéia da adrenalina e tesão que rolou, preciso antes dar alguns detalhes sobre o momento que eu e meu namorado passávamos em nosso relacionamento. Mesmo porque, nós dois nunca mais conseguimos repetir o clima elétrico que vou relatar abaixo. Como este relato ficou um pouco longo, dividi-o em duas partes...

Faziam 2 semanas que eu e meu novo namorado Paulo havíamos tido uma discussão feia. Tudo começou por causa de um encontro que marquei com um ex-namorado meu o Beto, para pegar de volta alguns pertences que haviam ficado em sua casa desde a época em que namorávamos. Marcamos em um barzinho porque tinhamos que decidir também sobre uns assuntos financeiros uma vez que havia diversas coisas que tínhamos comprados juntos, além de uma poupança conjunta também.

Aconteceu que por azar, alguém nos viu neste barzinho e ligou para o meu namorado que apareceu por lá para conferir a "denúncia". Paulo "nos pegou" tomando um choppinho na mesa e foi embora. Precisei de quase 10 dias pra acalmá-lo e convencê-lo a continuar comigo. Depois de muita discussâo e bronca da parte dele, Paulo repentinamente sossegou. Pelo menos aparentemente, pois eu mal sabia que ele já estava planejando uma vingança!

Eu e Paulo já havíamos ido ao motel 2 vezes antes dessa briga e nessas ocasiões ele havia me vendado e brincamos de advinhar coisas (cheiros, gostos) com castigos e premios muito carinhosos.

Foi em nossa terceira ida a motel que aconteceu a minha experiência sexual mais incrível até hoje. A diferença desta vez foi ela ser nosso primeiro contato sexual DEPOIS que reatamos e eu nem imaginava o que estava por vir: uma tarde diferente cujos ingredientes principais eram seu ciúme, vingança, "dor" e sexo...

No motel, depois de tomarmos alguns goles do nosso vinho de sempre, Paulo presenteou-me com uma linda lingerie, composta de uma calcinha de lacinho e soutien pretos com alguns detalhes em vermelho. Vesti-me no banheiro e voltei para o quarto. Paulo elogiou meu corpo e vendou-me carinhosamente para o que eu pensava ser mais uma inocente sessão de brincadeiras carinhosas.

Essas sensação de estar amarrada, vendada, impotente e a mercê de qualquer ação sempre me deixava muito excitada. Desta vez ele não prendeu meus braços para trás, preferiu prendê-los para a frente com um par de algemas macias e peludas "para não marcar os pulsos", justificou ele. Pediu-me também que me levantasse e encostasse minhas costas na porta que divide o quarto com o banheiro. Subitamente levantou meus braços e fechou esta porta, o que me fez ficar presa me pé, com os braços para o alto, costas na porta do banheiro e de frente para o ele.

Nesta posição,em pé, senti muito mais desprotegida que as outras vezes, quando eu ficava sentada mas mesmo assim eu estava muito ansiosa para as novas experiências e sensações...

Em seguida ele disse: curta este beijo na boca, porque é o último carinho que te faço, porque daqui para diante, você será o que sempre foi uma cadela no cio, uma vadia! E beijou-me na boca de uma forma estranha, enfiando a língua la na minha boca com muito frenesi. A partir deste momento sua voz passou a ser mais autoritária mais cheia de "raiva" e ele começou a tocar naquele assunto do meu ex novamente. Disse que eu jamais deveria ter feito isso com ele, que a dor que ele estava sentindo seria a minha dor...Disse que esse era o momento de sua vingança. Disse que sua dor só iria acabar depois de se vingar de mim. Comecei a ficar com medo, muito medo! Pedi para ele parar, para me desamarrar... Queria ir embora! Tentei tirar a venda raspando a cabeca na porta, o que o deixou muito bravo e louco! Eu ainda nao sabia como reagir, se era brincadeira ou sério...Ele desabotoou e tirou meu sutiã, passando a dar tapinhas nos meus pequenos seios... Disse-lhe para parar e ameacei gritar. Ele disse que cadelas não gritam, latem e que eu era uma cadela e seria castigada...Nisso ele introduziu uma bola de borracha na minha boca e amarrou-a por trás do meu cabelo. Era uma espécie de mordaça que impedia de sair som de minha boca... Senti alguma coisa apertar muito meus mamilos. No princípio pensei que ele estava mordendo, mas a dor era nos dois ao mesmo tempo. Compreendi que eram pregadores. No princípio era apenas dor doída, mas aos poucos foi ficando uma dor gostosa...Havia uma correntinha entre os pregadores, permitindo com que um simples movimento com a mão puxasse simultaneamente meus dois mamilos.

Para nao prolongar, vou dizer apenas que ele ficou uns 5 ou 10 minutos nesta tortura com os pregadores enquanto "discursava" seu ódio pela minha atitude ou me ofendia, chamando-me insistentemente de cadela, cadela vadia ou cadela vagabunda. Ele passou a usar uma espécie de chicote com muitas tiras, como uma espécie de rabo de cavalo. Este chicote nao doía quando ele batia fraco, mas quanto mais forte batia, maior a dor. Ele começou a chicotear meus seios e deixar as vezes que a tira do chicote prendesse na correntinha dos pregadores o que aumentava minha dor quando ele puxava o chicote. Para meu espanto comecei a sentir algo forte e a adrenalina misturada com muito tesão começou a tomar conta de todo meu corpo. De repente ele tirou minha calcinha, prendeu algo nos meus tornozelos o que fez meus pés ficarem afastados um do outro.

Eu ouvia sua voz inflamada discursando e sentia o chicote batendo em meus seios, barriga, vagina, interior das minhas coxas. Ele estava realmente muito bravo e qualquer gemido mais alto ou tentativa de grito ele puxava-me pelos cabelos ou pela corrente dos pregadores dos mamilos me xingava e mandava eu parar de uivar.

Entao ele virou-me de frente para a porta e consequentemente de costas para ele e mandou eu arrebitar a bunda. Tomei inúmeras chicotadas nelas e na vagina. Nessa altura o meu medo ja havia desaparecido dando lugar a muito tesão.

Senti algo quente, enorme e duro latejando. Ele começou a passar essa coisa por todos os lugares. Eu me "oferecia", sabia o que ele queria. "Venha, enfia tudo, come gostoso" eu pensava enquanto emitia convidativos sons de prazer...Eu já nao estava mais aguentando e queria que ele enfiasse tudo... Mas ele continuou torturando. De repente ele enfiou um pouco no meu ânus! Senti uma dor, mas gostosa! Ele ficou ali só na portinha, enfiava e tirava um pouquinho, e enquanto me ofendia (com voz trêmula) foi enfiando mais e mais e acabou enfiando tudo. Sentia ele inteirinho dentro de mim quando ele começou um movimento de vai-e-vem. Movimento lento, as vezes acelerava. Com uma mão tocava meu clítoris enquanto que a outra segurava e apertava meu quadril. Eu nao estava mais aguentando e comecei a gemer alto.

Então ele me desamarrou e tirou minha venda e mordaça... Paulo estava de cuecas e tinha guardado seu pênis rijo que fazia muito volume... Meu coração e adrenalia a mil e ele me devorando com aquele olhar maroto. Com um sorriso malicioso disse que o castigo estava apenas começando.

De repente aquela voz autoritaria de novo, desta vez mandando que me ficasse de quatro, e não me mexesse, achei melhor atendê-lo. Ele ficou me observando enquanto andava ao redor de mim. Finalmente disse: Para você ser uma cadela só faltam duas coisas: coleira e rabo. Tirou o cinto da calça, e bateu-me forte uma vez nas nádegas. Dei um grito de dor e ele, muto bravo, ameaçou colocar-me aquele espécie de mordaça novamente. Bateu-me nas nádegas mais umas 3 vezes, acho. Ardia ao mesmo tempo que sentia mais adrenalina subindo. Em seguida ele veio por trás e bateu com o cinto em posição vertical pegando minha vagina em cheio uma, duas, três, talvez quatro vezes...Meus lábios vaginais começaram a se intumecer e um tesão enorme começou a subir em ondas, no rítmo das batidas. Parou de bater e fez com o cinto uma coleira que passou pelo meu pescoço, prendendo o cinto debaixo do pé da pesada cama, o que me fez ficar com o rosto bem colado ao chão.

Neste instante ele falou: Agora sua cadela vadia você vai ter o que merece! Estiquei meus olhos para trás e pude vê-lo enfiar uma camisinha no cabo do chicote e untá-la com gel. Colocou um pouco de gel na palma da mão e disse: Agora você vai ter um rabo de verdade. Nisso, senti um dedo cheio de gel passeando lentamente pelo meu ânus externa e internamente. Pensei que ia gozar...Nesse instante ele agarrou meu quadril e começou a enfiar o cabo do chicote bem devagarinho. Senti todo o cabo, que deveria ter uns 15 ou 20 centímetros inteirinho dentro de mim. Comecei a gemer de tesão.

Ele tirou o pé da cama de cima da minha coleira e disse "Ande cadela, de voltas pelo quarto!" Enquanto eu caminhava de quatro, vi que ele havia tirado a cueca e se masturbava bem devagar olhando para mim. Sua expressão era linda! Ele aproximou uma cadeira da cama e veio me pegar pela coleira. Ai ele sentou-se na cadeira e apoiou os pés abertos na beira da cama. Puxou a coleira fazendo subir minha cabeça entre suas pernas, bem próximo a seu membro muito duro e disse: chupa cadela vadia, chupa quietinha... Puxando a coleira para baixo ele controlava a profundidade de seu pênis em minha garganta. Disse: masturbe-se cadela vadia. Não desobedeci pois estava com um tesão muito forte. Minha vulva estava muito quente, o clítoris sensível como nunca antes e ao tocá-lo, quase gozei. Enfiei um pouco o dedo, estava quente e lambuzada de tesão, louca para ser devorada. Comecei a passar a mão na bunda, a mexer com o cabo do chicote enterrado no meu ânus e com a outra comecei a massagear meu clítoris bem devagar no inicio e aos poucos fui aumentando enquanto eu o ouvia falar "Isso, fode sua cadela,chupa fundo sua vadia..." Instantes depois ele jogou-me de bruços em cima da cama mas ainda apoiada com os joelhos no chão. Em um segundo senti o chicote sair e entrar de novo...Só que quando entrou era muito maior e mais grosso...

No inicio senti suas duas mãos no meu quadri, e violentas estocadas no meu cuzinho, que estava com um tesão imenso...Comecei a me masturbar com mais velocidade. Paulo introduziu o vibrador ligado na minha vagina, puxou-me pelos cabelos para trás e disse "Goza cadela vadia, goza que vou te encher de porra!Goza no meu pau, junto comigo..." Quando senti seu jato quente não pude conter também meu gozo enorme e explodimos juntos, gritos, sussuros gemidos....Foi maravilhosoooo...deitamos e repousamos abraçados Nunca mais conseguimos repetir com tamanho tesão e emoção. O ciúme, raiva e desejo de vingança de Paulo constituiram os elementos necessários para dar o clima e tornar aquela tarde a nossa maior e mais gratificante experiência sexual vivida até hoje.





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